A lutadora brasileira Luana Pinheiro é a primeira do UFC a ser paga em Bitcoin

Publicado por daniela mainardi em

Lutadora brasileira do UFC vai ser paga em Bitcoin

Luana Pinheiro é a primeira lutadora do mundo do UFC que receberá seu salário em Bitcoin. Segundo o Coin Telegraph, a lutadora anunciou uma parceria com a empresa de criptomoedas Bitwage, que também presta assessoria para outros atletas. Além disso, quando questionada sobre a volatilidade da cripto, ela comentou que isso é justamente o que faz o Bitcoin crescer em valor. “Se não fosse volátil, também não subiria. Pense nisso: leva em média 10-15 anos para um indivíduo obter uma faixa preta no Brasil em Jiu Jitsu, então minha preferência de tempo aqui é igualmente longa, se não mais. Todo o resto é apenas barulho para mim e quanto menor o preço, mais Bitcoin poderei garantir para o futuro.”, comentou Luana. Assim, além do UFC, outras grandes organizações como a Fórmula 1 e a NBA, também estão incorporando empresas de criptos como seus parceiros de marca.

Bitcoin e a Turquia

O Bitcoin está em alta na Turquia. Segundo a matéria do Live Coins, a cripto se tornou tendência no Google do país onde mais de 10 milhões de pessoas estão falando sobre Bitcoin. Afinal, a Turquia está sob uma forte inflação, que chegou aos 78,6% na metade do ano, e as criptos se tornam uma alternativa financeira. Assim, apesar de não existir uma regulamentação de criptomoedas no país, o que está banido são apenas os pagamentos em Bitcoin. O que significa que o país ainda pode ser muito promissor com as criptos.

Nestlé usando Blockchain

Segundo o Coin Telegraph, a empresa alimentícia Nestlé está usando a tecnologia blockchain para garantir a rastreabilidade da cadeia de produção dos cafés da linha Nescafé Origens do Brasil. Assim, todo o processo de produção pode ser conferido por meio de um QR code nas embalagens dos produtos. Além disso, segundo Taissara Martins, gerente de ESG de Cafés e Bebidas da Nestlé, por meio dessa iniciativa a empresa espera ajudar a mudar os processos produtivos através da sustentabilidade. Isso porque as 35 famílias que fornecem café para a linha Nescafé Origens do Brasil são de fazendas que aplicam práticas de agricultura regenerativa e já apresentam uma produção de baixo carbono.


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